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sábado, 22 de março de 2025

Você reconhece quando uma pessoa não gosta de você?

 


 

Este post estreia uma nova "tag", um novo marcador. Dei-lhe o nome de "Pinterest (dcine)". Vou pesquisar os temas nos dois sites associados na conta do Pinterest, que, aliás, visito muito. É muito versátil, variado e colorido. Um top na Internet.

Os posts do "Dcine" são (quase) sempre sobre temas comportamentais, e muitas dicas sobre coisas interessantes, que busco inserir - até com certa insistência - aqui na Oficina de Gerência. 

Afinal de contas, as atividades da gerência, da administração, da gestão e da liderança estão intimamente interligadas com os comportamentos das pessoas que as exercem e a utilização das dicas que tanto nos ajudam. Tenho claro que será um marcador muito visitado.

Serão sempre temas de interesse geral que despertem a curiosidade dos leitores por coisas do dia a dia. O post de abertura da tag é bem característico: por que tem pessoas que não gostam da gente e nem percebemos?

Aqui no texto, a autora, Alyssa Ferreira (ver link no título do artigo), cita cinco sinais para nós identificarmos esses "amigos/conhecidos".

Para quem se interessa pelo assunto, sugiro procurar no Google pesquisando "porque tem pessoas que não gostam da gente". Tem muita coisa por lá. 


dcine

Clique aqui e conheça o dcine

5 Sinais Claros de Que Uma Pessoa Não Gosta de Você

1. Falta de Interesse nas Suas Conversas

2. Falta de Contato Visual

3. Comportamento Frio e Distante

4. Faz Questões sobre Sua Vida, Mas de Forma Crítica

Uma pessoa que não gosta de você pode até demonstrar algum interesse, mas de uma forma negativa ou crítica. Se ela faz perguntas sobre sua vida, mas sempre com um tom de julgamento, ou tenta te colocar em situações desconfortáveis com críticas disfarçadas de “conselhos”, isso pode ser um claro sinal de desinteresse genuíno.

Em vez de apoiar suas conquistas ou respeitar suas escolhas, essa pessoa pode minimizar suas realizações ou apontar falhas, o que demonstra que ela não está realmente interessada em você de forma positiva.

5. Evita Fazer Planos com Você

Se você percebe que essa pessoa sempre tem desculpas quando se trata de fazer planos com você, é uma forte indicação de que ela prefere evitar a sua companhia. Isso pode se manifestar por ela sempre estar ocupada quando você sugere sair, ou preferir ficar com outras pessoas em vez de fazer algo com você.

Se alguém não gosta de você, é natural que ela não queira passar tempo com você, independentemente da ocasião. Isso pode acontecer em um nível mais sutil, onde a pessoa nunca se oferece para passar tempo juntos ou, até mesmo, evita oportunidades de fazer planos a dois.

O Que Fazer Quando Perceber Esses Sinais?

É importante ressaltar que, embora esses sinais possam indicar que alguém não gosta de você, isso não significa que você deve se desesperar. Às vezes, uma pessoa pode estar passando por um momento difícil e, portanto, seu comportamento não tem nada a ver com você pessoalmente.

No entanto, se esses sinais forem consistentes e não houver explicação plausível, é um bom momento para refletir sobre a relação.

Lembre-se de que não podemos agradar a todos, e a vida social é cheia de altos e baixos. Se você perceber que alguém não gosta de você, a melhor atitude é ser honesto consigo mesmo. Caso necessário, considere manter uma distância respeitosa e não investir energia em uma relação que não seja recíproca.

No final das contas, o mais importante é cercar-se de pessoas que valorizam sua presença e estão dispostas a contribuir positivamente para sua vida.

Ficar atento a esses sinais pode te ajudar a entender melhor as dinâmicas ao seu redor e, ao mesmo tempo, a manter relações mais saudáveis e verdadeiras.

"Ave Maria no Morro" - emoção no blog da Oficina de Gerência!!!!


Trago, neste sábado indolente e preguiçoso, tres momentos de arte e pura emoção. Dois artistas, de estilos completamente diferentes, interpretam magistralmente, a canção "Ave Maria no Morro". *

Helmuth Lotti, tenor belga a interpreta em espanhol, estilo formal, em show para uma platéia estrangeira (acho que mexicana). Emoção demais.

Logo abaixo, para dar um contraponto, mas com o mesmo sentimento, a interpretação, extraordinária e famosíssima, de Jorge Aragão e o Quarteto de Cordas".  Impossível não se emocionar com a arte de Aragão e seu cavaquinho. Só de escutá-la a emoção mareja meus olhos. É assim todas as vezes que vejo e escuto A "Ave Maria" de Jorge Araão.

Finalmente, para os saudosistas, como eu, trago a "Ave Maria no Morro" interpretada por quem lhe deu vida, Dalva de Oliveira, em 1942, quando foi lançada por Herivelto Martins e seu "Trio de Ouro", do qual a Dalva fazia parte.

* Ave Maria no Morro" (Wikipédia) é uma canção composta por Herivelto Martins e gravada por seu Trio de Ouro em 1942.

A canção narra que os moradores de uma favela carioca (referenciados apenas como "morro") rezam uma Ave-Maria coletiva pedindo uma vida melhor antes de se retirarem para seus barracões durante o anoitecer.

Entusiasmado com a canção que acabara de compor, Martins resolveu interpretá-la para o amigo Benedito Lacerda com seu Trio de Ouro.

Certo tempo depois, o Trio de Ouro gravou a canção, que se transformou num enorme sucesso. A canção também foi regravada pela banda de heavy metal e hard rock, Scorpions no EPWhite Dove e no Álbum Live Bites em castelhano.




"Em 1942, Herivelto Martins compôs Ave-Maria no Morro. O cardeal do Rio de Janeiro, Dom Sebastião Leme, considerou a música uma heresia e fez pressão para que fosse censurada. Felizmente, não conseguiu. A música tornou-se um clássico e já foi cantada em catedrais na Alemanha, Suíça, Áustria e vários outros países. Para reviver esse grande sucesso, veja o vídeo sensacional, na interpretação, ao vivo, em espanhol, do tenor belga Helmut Lotti (diagnosticado com autismo, fala vários idiomas) num cenário e atmosfera especiais, cuja performance contou com orquestração que valorizou ainda mais essa grande apresentação. Um momento encantador!  Você fica sem saber qual o momento de maior beleza: a letra, a música, a interpretação. Simplesmente deslumbrante." (texto estraido da apresentação do vídeo no YouTube)






quinta-feira, 20 de março de 2025

Argeu Ramos, lança novo livro: "O BÊ-Á-BÁ da Administração para NÃO administradores"

 



Este post é uma homenagem da Oficina de Gerência ao Amigo, Irmão:., Administrador e Advogado, Dr. Argeu Ramos, Vice-Presidente do Conselho Regional de Administração do Distrito Federal. 

Argeu é um exemplo, para nós todos, a ponto de "ter a audácia" de escrever seu 2º livro, numa idade em que poderia estar desfrutando o papel de avô, dedicado que é; de amigo, companheiro e tudo o mais que tem direito nesta fase da vida. "Morro de inveja"... 

Sua inquietude e energia, além de ser um administrador atuante no CRA-DF, ainda nos brinda com um livro de interesse geral para quem, como nós, venera a arte da administração. 

A homenagem que faço aqui é justa e perfeita, pois além de tudo, vai registrar para todos, esse exemplo de cidadão que é o meu amigo Argeu. Parabéns.


Estão anexados ao post, o registro, do CRA-DF, do evento da "Noite de Autógrafos" do livro "O BÊ-BÁ da Administração para NÃO administradores!". Já nas livrarias.

Clique aqui e visite a hom esite do CRA

CRA-DF impulsiona a disseminação do conhecimento em gestão

O Conselho Regional de Administração do Distrito Federal – CRA-DF reforça seu compromisso com a difusão do conhecimento ao apoiar a divulgação da obra do Vice-Presidente do respectivo Conselho, o Adm. Argeu Ramos, voltada a profissionais de diversas áreas. Intitulada “O be-a-bá da Administração”, a publicação apresenta conceitos essenciais de gestão financeira, destacando a importância de uma administração eficiente e consciente dos recursos, independentemente da formação acadêmica.

“A iniciativa do CRA-DF em apoiar a divulgação do meu livro é um marco importante para a disseminação do conhecimento em gestão. Essa obra não apenas facilita o acesso a conceitos fundamentais da administração financeira, mas também reforça a ideia de que a boa gestão é essencial em qualquer área de atuação. Em um momento em que celebramos os 60 anos da profissão de Administrador, iniciativas como essa mostram o impacto direto da Administração na construção de uma sociedade mais eficiente e sustentável. É uma oportunidade valiosa para profissionais e estudantes ampliarem sua compreensão sobre a importância da administração consciente e estratégica”, ressaltou o Adm. Argeu Ramos.

O CRA-DF reafirma seu compromisso com a valorização do conhecimento ao apoiar o administrador Argeu Ramos, cuja trajetória profissional e expertise representam uma contribuição significativa para o campo da Administração. Sua atuação reflete não apenas excelência técnica, mas também a capacidade de tornar conceitos estratégicos acessíveis a um público mais amplo.

Essa iniciativa reforça o papel estratégico da Administração ao estabelecer um diálogo interdisciplinar, evidenciando seu potencial de influência. Em um contexto de celebração dos 60 anos da profissão de Administrador, essa ampliação de escopo não apenas valoriza a categoria, mas também reafirma seu protagonismo na formulação de diretrizes que impactam diretamente a gestão pública, o setor privado e a sociedade como um todo.



domingo, 16 de março de 2025

"Lei da Igualdade", conheça e aplique-a. Você só tem a ganhar!


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Você aplica a Regra da Igualdade?
"Não trate igualmente os desiguais" (Ruy Barbosa-'Oração aos Moços')

Se existe algo que o gerente só aprende e desenvolve com a vivência na função, é saber escapar da armadilha de tratar todos os subordinados igualmente. É um tema polêmico do qual muitos discordarão, mas a realidade do chamado "mundo corporativo" é assim mesmo.

Ocorre que, desde cedo na vida, nos determinam - como se fora um mandamento - que devemos tratar, a todos, igualmente ("Amai-vos uns aos outros"). Agir e pensar de outra forma seria uma falta tremenda de caráter. Um defeito de personalidade.

Este "ensinamento" é uma constante na família, na escola, na igreja e na educação das crianças e adolescentes; premissas que pais e mestres, permanentemente, transmitem para “aperfeiçoar” a formação humanista das gerações e nós passamos para nossos filhos e assim sucessivamente. Nada contra, obviamente. É assim que tem de ser...

  • Trate todos igualmente.
  • Não seja preconceituoso.
  • Não julgue para não ser julgado.
  • Pratique a justiça em todos os níveis
  • E mais uma lista infinita desses princípios

A realidade da selva corporativa, no entanto, se impõe e uma espécie de paradoxo faz-se presente.  

Ao nos iniciarmos no mundo profissional da chefia, da gerência, do comando, vemos que este nobre princípio, infelizmente, não funciona "ao pé da letra". O líder que "tratar igualmente" os componentes de sua equipe” será tragado pela dura realidade, e rapidamente. 

A liderança assertiva não admite este tipo de “justiça”. O gerente tem, claramente, que privilegiar os melhores e buscar destacá-los em suas demandas, na igualdade de condições e méritos com os demais membros do time; mas atenção, este não é um processo linear (que bom se o fosse...). 

A tão sonhada harmonia do grupo depende de quão hábil seja o gerente em não cometer erros ao administrar, em pequenas doses (pois é assim que tem de ser) este “tratamento desigual”. Na sua famosa “Oração aos Moços”, uma das mais belas peças da literatura brasileira, o trecho em que Ruy Barbosa, criou o princípio da "Regra da Igualdade" diz o seguinte:

A regra da igualdade não consiste senão em quinhoar desigualmente aos desiguais, na medida em que se desigualam. Nesta desigualdade social, proporcionada à desigualdade natural, é que se acha a verdadeira lei da igualdade. O mais são desvarios da inveja, do orgulho ou da loucura. Tratar com desigualdade a iguais, ou a desiguais com igualdade, seria desigualdade flagrante, e não igualdade real. Os apetites humanos conceberam inverter a norma universal da criação, pretendendo não dar a cada um, na razão do que vale, mas atribuir o mesmo a todos, como se todos se equivalessem”.

Para que esta ferramenta seja efetiva, é necessário que o gerente seja transparente nos critérios e no seu estilo de aplicação. Os subordinados devem saber, desde o princípio, que “esta é a lei do chefe”. Sem exageros nos favorecimentos aos melhores ou, inversamente, no desatendimento aos menos aquinhoados. Um delicado critério de equilíbrio deve ser percebido na administração da regra.

É, ao caminhar neste fio de navalha, que reside a habilidade do líder em manter o grupo ou a equipe motivados. Uns pela satisfação do reconhecimento ao serem diferenciados pelo mérito e os demais pela percepção de que precisam evoluir para estar na seleção dos melhores.

Desnecessário dissertar sobre a dificuldade de se gerenciar este processo que trabalha com os egos das pessoas envolvidas.

Por isso, é mais simples tratar todos de forma igual; mas agir dessa forma é cultivar uma falsa zona de conforto onde, certamente, os riscos de insatisfação podem ser menores, mas os resultados, a médio prazo, não serão favoráveis ao processo de harmonização da equipe.. Será, sempre considerada uma chefia medíocre; exemplos, os temos à vontade. Sugiro que os procurem à sua volta para analisá-los como casos reais. 

Todos nós conhecemos algum chefe que não sabe diferenciar os melhores e nivela todos na distribuição das suas “graças”. Esta atitude será sempre um foco de desarmonia, surda, mas claramente percebida entre os componentes do time e com reflexos nos resultados.


A orientação, com base na minha experiência, de muitos anos, é que invistam na aplicação da Lei da Igualdade. Sejam firmes na manutenção dos critérios e não tenham receio de falhar na dosagem. Errarão, cada vez menos, quanto mais a aplicarem.


Fujam do lugar-comum de tratar todos da mesma forma. Isto é uma injustiça para com os melhores e os mais dedicados. Um líder, não terá o reconhecimento dos liderados de alto desempenho e perderá conceito por não saber diferenciá-los dos demais; e atenção, não terá também o reconhecimento dos demais componentes do grupo. 


Um chefe que quer agradar a todos e não sabe distribuir, com lucidez e bom juízo, suas graças e recompensas, não terá o respeito da equipe."

(Autor: Herbert Drummond)
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segunda-feira, 10 de março de 2025

Administrar, gerenciar ou gerir? Tire as dúvidas


Nem pesquisem muito para descobrir qual é a diferença entre o que seja administração, gerência e gestão. Embora as informações sejam numerosas, não há congruência entre elas. Isso mesmo. 

Não é à toa que os conceitos sejam usados indistintamente. Eu mesmo faço isso e não estou errado. Pelo menos o dicionário Aulete - e não é o único - coloca as três definições no mesmo verbete sobre o que seja Administração. O que diz o Aulete? Leiam abaixo:

    http://mokusen.files.wordpress.com/2012/03/crit1.png
  • Ação ou resultado de administrar.
  • Gestão de negócios, atividades, projetos públicos ou particulares.
  • Modo de administrar, de gerir; DIREÇÃO; GESTÃO; GOVERNO.
Além desse "mix", tenho o entendimento,  cujo melhor exemplo colhi no site de perguntas e respostas do Yahoo.

Por que é importante buscar essas diferenças? Principalmente quando nos aventuramos no universo corporativo para exercer funções executivas? 

Respondo dizendo, principalmente aos jovens dirigentes, no mais das vezes se julgando "administradores", após a colação de grau, que vão descobrir, sofrendo na pele, a verdade: são "chefes ou coordenadores", ainda longe de serem reconhecidos nas categorias de gestores.
                                         
Nos "tabuleiros" mais elevados das disputas, no jogo corporativo, o "xadrez" é para profissionais e se você não souber o que é, e onde se colocar, seja peão, cavalo, bispo, torre, rei ou rainha, conforme sua real missão, vai ser rapidamente "comido" pelo adversário.

Acho que o leitor já percebeu aonde quero chegar e, por isso mesmo, não vou me alongar nessa introdução.

Devo apenas registrar que existe, sim, diferença real e efetiva, entre os três conceitos e, embora não seja difícil entendê-los, a aplicação corrente, na linguagem escrita e falada, às vezes confunde os usuários.

Na internet, entre os vários textos que pesquisei (veja no Google), o melhor artigo que encontrei sobre o tema foi esse transcrito abaixo. E quero também expressar que concordo com o autor em gênero, número e grau.

É dentro desse conjunto de compreensão que procuro o meu entendimento. E vou prestar mais atenção ainda. Para quem tenha interesse em caracterizar melhor as diferenças entre o que seja administrar, gerenciar e gerir, recomendo que o leiam e afirmo que vale a pena.


Definição de gestão, administração e gerenciamento. Gestão de projetos, gestão de pessoas, administração de empresas, gerenciamento de recursos… Termos comuns hoje em dia, mas muita gente se confunde e não entende a diferença entre um e outro. (por André Luis Lima de Paula). 

Frequentemente nos deparamos através da literatura e em nosso cotidiano com os termos administração, gerenciamento e gestão sendo utilizados como sinônimos.

Cada autor tem sua própria definição. Cada colaborador dentro de uma organização normalmente utiliza os termos da forma que herdou. Um diz isto, outro diz aquilo e não se chega a um consenso. 
 
Longe de entrar em discussões filosóficas, para a qual a maioria das pessoas não dispõe de tempo, pretendemos fornecer definições simples e práticas para a utilização dos três termos. Cada um poderá se localizar por si mesmo.

As definições a seguir estão baseadas no livro Moderno Gerenciamento de Projetos do autor Dalton Valeriano (Editora Pearson, 2005).

    http://skoob.s3.amazonaws.com/livros/160125/MODERNO_GERENCIAMENTO_DE_PROJETOS_1300128536P.jpg
  • Administração - Trata dos problemas típicos das empresas, como os recursos financeiros, recursos patrimoniais e recursos (ou talentos) humanos. É a responsável pela criação de um ambiente favorável. Palavras correspondentes: administrar, administrador.
  • Gerenciamento - Trata de níveis específicos da organização, como departamentos ou divisões (marketing, produção etc.) ou projetos. Palavras correspondentes: gerenciar, gerente.
  • Gestão - Trata de níveis especializados tanto no que diz respeito à administração quanto ao gerenciamento. Por exemplo, em projetos, temos a gestão dos custos, gestão da qualidade, gestão dos riscos etc. Palavras correspondentes: gerir, gestor.

Em português, o termo administração parece carregar algo de arcaico e pesado, enquanto que o termo gestão soa como algo moderno e flexível.

Alguns intuem que gestão é algo superior à administração e isto é verdadeiro no sentido que o termo gestão vem sendo utilizado, isto é, por envolver mais técnica, habilidade, engenhosidade. Entretanto, enquanto hierarquia dentro das organizações, a administração permanece acima da gestão.

Vamos exemplificar: quando o pessoal de RH (administração) coloca a folha de pagamento para rodar ou faz a checagem da frequência de seus colaboradores, está fazendo a pura administração, ou seja, atividades simples que não exigem maior aperfeiçoamento.

Mas, quando este mesmo pessoal de RH estabelece planos de carreira baseados em detalhados critérios de avaliação e promoção, quando promovem cursos e treinamentos de acordo com as necessidades específicas da organização e de seus colaboradores, quando entram em uma rede social para acompanhar seu pessoal, está fazendo gestão.

Até mesmo quando resolvem examinar o mapa natal de seus colaboradores para encontrar características interessantes que podem ser confirmadas e utilizadas, temos aí um legítimo trabalho de gestão, gestão de pessoas.

A administração engloba a alta administração. É a responsável pelo destino da organização como um todo. Sem o apoio da alta administração, departamentos e projetos ficam comprometidos.

No contexto de projetos, para resumir e interagir a utilização dos três termos, podemos dizer que:
  • O todo é gerenciado (gerenciamento) enquanto os níveis especializados são geridos (gestão).

Um projeto ocorre quando a administração proporciona um ambiente que permita e, principalmente, apóie sua realização (alinhamento ao planejamento estratégico).


Este artigo já foi publicado anteriormente no blog . Por ser um dos mais acessados e já está há algum tempo no acervo dos publicados antigos, no acervo da Oficina de Gerência, resolvi atualizá-lo e republicar.