22/11/2009

Olhando para a Amazônia (Emilio Odebrecht /Folha de São Paulo)

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Por conta do meu trabalho viajo pelo menos uma vez por mês para Manaus. Nem me atrevo a dizer que com isto seja um "conhecedor" das questões amazônicas. Longe disso! 
Posso dizer, entretanto, que ante a minha ignorância anterior o que sei hoje sobre a Amazônia, principalmente o Estado do Amazonas, é muito maior. Seja pela vivência que tenho a cada dia em função de muitas obras que estão sendo ali construídas pelo DNIT seja pelo interesse natural que conversas, leituras e contatos com pessoas da região despertam em torno da atividade profissional.
Do pouco que vi posso dizer que a região amazônica é muito, muito maior e mais complexa do que tudo que a opinião publica brasileira já tenha lido, visto ou ouvido falar. A região é infinita em suas distâncias e - minha humilde opinião - seus problemas.
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 Basta olhar o mapa dos estados amazônicos para perceber os enormes vazios preenchidos apenas com florestas, rios, igarapés e marcado pelas faltas de tudo. Falta de estradas, ausência de cidades e comunidades e tudo que se possa pensar como dificuldade em logística e ocupação de espaços. Um mundo enorme e desabitado, carente de investimentos públicos que é objeto de desejo de 10 entre 10 países do planeta.
É sobre isto que escreve Emilio Odebrecht. E escreve bem porque como empresário conhece estas realidades brasileiras. Por isto resolvi publicar o artigo dele (escrito no dia 15 de novembro passado) ao blog.
  • [...] "Ocorre que a Amazônia não vem sendo destruída por empresas que funcionam dentro da legalidade. A destruição é fruto da ação deletéria dos que se aproveitam do vazio para perpetrar crimes contra a natureza. E este é o ponto crucial. Desocupada como é hoje, a região está sob risco, risco este potencializado pela ausência do Estado, no caso do Brasil, tão ligeiro na criação de leis e regulamentos e tão lento e ausente na aplicação e na fiscalização." [...]

Recomendo a leitura.


São Paulo, domingo, 15 de novembro de 2009




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EMÍLIO ODEBRECHT


Olhando para a Amazônia

Passada a crise , o desafio que o Brasil tem de crescer de forma sustentável depende primordialmente das questões ambientais. Um fator crítico é a Amazônia Legal, a parte do país coberta pela maior floresta tropical do mundo.
Esse território abriga uma extraordinária riqueza: enorme biodiversidade, jazidas minerais, rios caudalosos, água doce em abundância, florestas de madeiras de lei.


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 Como explorar, sem colocar em risco, um patrimônio cuja maior parte é brasileiro, mas impacta toda a humanidade?
Sabemos que a pecuária e a agricultura em larga escala não são adequadas para aquela área. O solo amazônico é pobre, e a umidade, associada a altas temperaturas, torna o gado ali criado presa fácil de doenças e até da exaustão.
Já o extrativismo com manejo adequado é absolutamente viável, como várias experiências conhecidas demonstram, inclusive de exploração da madeira, a atividade mais controversa.
A utilização do potencial hídrico para gerar energia e a mineração são alvos de críticas nos debates onde o conhecimento tecnológico e o domínio dos meios de conservação e de mitigação de danos normalmente são sufocados pelo ativismo emocional e pobre de ideias.

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Entretanto, hidrelétricas, hoje, podem ser construídas em rios da região sem que causem desequilíbrios ambientais ou ameacem ecossistemas.
As grandes mineradoras que operam por lá dominam integralmente o ciclo do desmatamento, produção do minério, cultivo de espécies nativas, reposição da terra vegetal nas áreas das minas já exauridas e replantio nos locais que foram desmatados. A recomposição da floresta tem sido muito bem-sucedida.
Ocorre que a Amazônia não vem sendo destruída por empresas que funcionam dentro da legalidade. A destruição é fruto da ação deletéria dos que se aproveitam do vazio para perpetrar crimes contra a natureza.
E este é o ponto crucial. Desocupada como é hoje, a região está sob risco, risco este potencializado pela ausência do Estado, no caso do Brasil, tão ligeiro na criação de leis e regulamentos e tão lento e ausente na aplicação e na fiscalização.
Reconheçamos que não é fácil o acompanhamento e o controle do que se faz em uma área com a dimensão da Amazônia. Mas as dificuldades logísticas reforçam a prioridade que deve ser dada à sua ocupação racional.
Apenas a exploração sustentável de suas riquezas e a melhoria das condições de vida da população local -hoje, em sua grande maioria, vivendo no limite da subsistência- farão com que a Amazônia seja conservada para as gerações futuras.


EMÍLIO ODEBRECHT escreve aos domingos nesta coluna.



Como o absurdo molda o intelecto humano (New York Times/FSP)


O Quartier Bruegel (Pieter Brueghel,  o Velho) - [clique sobre o quadro]



    Fiquei em duvida se publicava este ensaio que li no suplemento do New York Times que a Folha de São Paulo publica todas as segundas feiras. Li o texto e o considerei provocativo e intrigante.

    O título já nos leva à curiosidade: "Como o absurdo molda o intelecto humano". Aliás, foi ele que me levou a ler o artigo.

    O ensaio do jornalista Benedict Carey  nos conduz a pensar que quando o cérebro humano enfrenta circunstâncias e ocorrências fora do padrão - consideradas absurdas pelo senso comum - é capaz de criar novos arquétipos e modelos de percepção que normalmente não são percebidos.

    É uma teoria que está sendo estudada por cientistas como informa o autor do ensaio. Só para provoca-los um pouco mais transcrevo um trecho do artigo:
  • [...] "Quando tais padrões se rompem — por exemplo, se alguém tropeça em uma poltrona no meio da floresta, como que caída do céu—, o cérebro tateia em busca de algo que faça sentido. Ele pode, em alguns casos, voltar sua atenção ao exterior, argumentam os pesquisadores, e notar, digamos, um padrão previamente oculto na trilha dos animais. A urgência em encontrar um padrão coerente torna mais provável que o cérebro encontre um." [...]
    Que tal? Não é estranho se pensar nisso. Todavia enquanto a gente vai lendo um pouco mais as coisas vão fazendo e sentido e começamos a achar que essas coisas são possíveis. Quer tentar?







Benedict Carey
Ensaio

Como o absurdo molda o intelecto humano

Quando as coisas não se encaixam, a cabeça funciona mais

Além de variadas marés de sorte e azar, a vida também oferece eventuais experiências que violam toda a lógica e as expectativas. O filósofo Soren Kierkegaard escreveu que tais anomalias produzem uma profunda “sensação do absurdo”. Freud atribuiu tal sensação a um medo da morte, da castração ou de “algo que deveria ter permanecido escondido, mas veio à luz”.

Na melhor das hipóteses, a sensação é desorientadora. Na pior, é arrepiante.

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Agora, um estudo sugere que, paradoxalmente, essa mesma sensação pode preparar o cérebro para notar padrões que, do contrário, lhe escapariam —em equações matemáticas, na língua, no mundo em geral. “Ficamos tão motivados a nos livrar daquela sensação que procuramos significado e coerência em outro lugar”, disse Travis Proulx, pesquisador da Universidade da Califórnia, Santa Barbara, e coautor do estudo publicado na revista “Psychological Science”. “Canalizamos a sensação para algum outro projeto, e isso parece melhorar alguns tipos de aprendizado.”
 
Os pesquisadores há muito tempo sabem que as pessoas se aferram mais firmemente às suas inclinações pessoais quando se sentem ameaçadas. Após pensarem na sua própria morte inevitável, elas se tornam mais patrióticas, mais religiosas e menos tolerantes a estranhos, segundo os estudos.

Em uma série de novos estudos, Proulx e Steven Heine, professor de psicologia da Universidade da Colúmbia Britânica (Canadá), argumentam que essas descobertas são variações sobre o mesmo processo: a manutenção do significado ou da coerência. O cérebro evoluiu para predizer e faz isso identificando padrões.

Quando tais padrões se rompem —por exemplo, se alguém tropeça em uma poltrona no meio da floresta, como que caída do céu—, o cérebro tateia em busca de algo que faça sentido. Ele pode, em alguns casos, voltar sua atenção ao exterior, argumentam os pesquisadores, e notar, digamos, um padrão previamente oculto na trilha dos animais. A urgência em encontrar um padrão coerente torna mais provável que o cérebro encontre um.

“Há mais pesquisa a ser feita a respeito da teoria”, disse Michael Inzlicht, professor-assistente de psicologia da Universidade de Toronto, já que pode ser o nervosismo, e não a busca de significado, que leva a um estado mais elevado de vigilância.

No estudo mais recente, Proulx e Heine fizeram 20 universitários lerem um conto absurdo baseado em “Um Médico Rural”, de Franz Kafka. O médico do título tem de visitar um menino com dor de dente, mas descobre que o menino não tem dentes. Os cavalos que puxaram sua carruagem começam a se comportar mal; a família do menino se chateia; o médico descobre que o menino afinal tem dentes. E assim por diante.

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Após o conto, os alunos estudavam uma série de 45 sequências de 6 a 9 letras, como “X, M, X, R, T, V”.
Depois faziam um teste, escolhendo entre 60 sequências aquelas que eles achavam que já haviam visto antes. Na verdade, essas letras eram relacionadas, de modo muito sutil, com algumas mais propensas a aparecerem antes ou depois de outras.

O teste é uma medida-padrão daquilo que os pesquisadores chamam de aprendizado implícito: o conhecimento obtido sem consciência. Os estudantes não tinham ideia de quais padrões seus cérebros estavam percebendo, ou como era o desempenho deles.
Mas eles se saíram bem. Escolheram cerca de 30% mais sequências de letras e tinham quase o dobro de acertos nas suas escolhas, em comparação a um grupo de 20 estudantes que haviam lido outro conto, coerente.

“O fato de que o grupo que leu a história absurda identificou mais sequências de letras sugere que [esses estudantes] estavam mais motivados a procurar padrões do que os outros”, disse Heine. “E o fato de que eles eram mais precisos significa, achamos, que eles estavam formando novos padrões que de outra forma não conseguiriam formar.”

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21/11/2009

Administrar o Tempo é um talento pessoal.

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          Quem gosta de estudar os "mistérios" do mundo corporativo sabe que entre os temas mais discutidos está a "administração do tempo". Tem artigo para todos os gostos e consultores para todas as situações.
        Estudei a questão da produtividade por muitos anos enquanto exercia minhas funções de gerencia e direção. Aprendi muito, pois praticava no meu dia-a-dia os "ensinamentos" que aprendia nos livros e artigos. E ia descartando aquelas dicas que não funcionavam e  foram muitas.
       http://3.bp.blogspot.com/_kEK6V3N0A8Y/SQr0TV0th1I/AAAAAAAAAEU/eXbqZOsOgTI/s320/figura-43b.gif Entre os muitos artigos, livros, cursos e similares há um considerável volume de bobagens escritas. Teorias impossíveis de serem colocadas na pratica de quem exerce cargos de gerencia, chefia ou liderança. Por outro lado, há também dicas, recomendações e conselhos preciosos. É preciso ter uma boa vivencia e agudo bom senso para conseguir separar o joio do trigo. E muita aplicação. 
        Um dos mais importantes conceitos sobre administra-lo é que o tempo não é uma variável de qualquer equação. Ele é inelástico.  Constante. Todos os dias têm 24 horas e isto é imutável. 
        Partindo dai pode-se concluir que a variável nessa equação é o próprio  "dono do tempo." Isto mesmo! Cada um de nós é o dono do seu tempo. Por consequencia somos os (únicos) responsáveis pelo que fazemos com o nosso tempo. 
        E digo mais. Cada um de nós administra o seu tempo de acordo com suas características pessoais, seus valores, principios e atitudes. A administração do tempo, pois, é uma expressão pessoal de quem a pratica. E digo assim porque tem muita gente que sequer se preocupa em controlar, dirigir, ou  manejar o tempo de que dispõe.
        Portanto meus amigos desconfiem sempre das  determinações, dispositivos, mandamentos normas, princípios, regras  e regulamentos que pretendam ensina-los a gerenciar suas 24 horas. Se você estiver preocupado com a produtividade, com os resultados que a sua chefia espera de seu trabalho; se for comprometido com a empresa que paga seu salário e com sua
carreira pessoal certamente conseguirá domar esta fera que é a "falta de tempo". 
        No artigo abaixo, escrito por um especialista respeitado no assunto - Christian Barbosa - são listados dez tópicos que certamente podem ser classificados como "ladrões de tempo" por quem quer que esteja operando em alta velocidade no mundo corporativo. Observem, entretanto o numero de itens subjetivos  (como "não ter clareza do que fazer") e muitos outros que estão faltando (como "disponibilidade para atender fora da agenda"). 
        Ah! Coloquei alguns comentários de leitores feitos no site original que valem a pena ser lidos.




[clique sobre o logotipo e visite o site da HSM]


Reuniões, e-mails para responder, acúmulo de tarefas, cansaço. Tudo isso pode fazer com que você gaste mais tempo do que deveria em suas atividades.
Um planejamento semanal bem elaborado pode cair por terra quando as atividades diárias pré-estabelecidas são deixadas de lado por motivos circunstanciais ou urgentes, que atrapalham a produtividade. Será que você tem passado por isso? Confira a lista abaixo e veja com quais itens você se identifica.

1 – E-mail – Ficar com o e-mail aberto faz o nível de interrupções ficar intolerável, aumenta a ansiedade e a sensação de atividades por fazer. Recomendo definir períodos  para lidar com as suas mensagens sendo que no resto do tempo o caixa deve ficar fechada.

2 – Não ter clareza sobre o que fazer – O que você precisa fazer primeiro? Você sabe pelo menos 80% do que deve ser feito hoje? Se não souber responder a essas perguntas, com certeza vai se perder em tarefas circunstanciais.

3 – Estou em Reunião – Uma pesquisa feita pela Triad Consulting, empresa dá qual sou diretor, demonstra que 1/3 das reuniões podem ser canceladas. Então: dieta de reuniões já! Quanto menos, melhor. Se tiver de fazer, seja objetivo, defina pontos de discussão e faça durar no máximo 2 horas.

4 – Redes Sociais – Você usa twitter, facebook, orkut, etc? Controle a ansiedade de ficar conectado a essas redes. Utilize eventuais intervalos no dia ou o horário de almoço para se atualizar.

5 – Falta de energia – Você está cansado, sem pique e não consegue se concentrar? A falta de “energia” rouba muitas horas do dia e faz a pessoa “surfar” em atividades circunstanciais. Tenha hobbies, procure um médico, tome um multi-vitamínico, alimente-se em horários regulares, faça sexo (com freqüência).

6 – Falta de foco – Começa uma atividade e em pouco tempo salta para outra tarefas? Se a atividade for grande, quebre em pequenas atividades, feche qualquer outro software que não esteja usando, coloque o celular no silencioso e, se funcionar para você, ouça música.

7 – Navegador cheio de favoritos – Você abre seu browser para ir em um site, esbarra na lista de favoritos e começa a surfar por outros portais? Instale um novo navegador (sugiro o Safari) e não importe os seus favoritos. No novo browser, com a lista de favoritos zerada, você perde a tentação de ficar navegando à toa.

8 – Messenger, Wave, GTalk, etc – A regra é simples: está ocupado? Fique com status invisível ou offline. Está tranquilo? Fique ausente ou ocupado. Está com tempo para conversar? Fique disponível.

9 – Interrupções – Se muita gente interrompe você, pode ser porque sua comunicação não anda muito adequada. Faça uma revisão de como redige os emails, concede informações e delega atividades.

10 – Tarefas imprevistas, convites inesperados e favores – Que tal falar NÃO de forma concreta (baseado em planejamento X disponibilidade)? Se muitas tarefas imprevistas surgem na sua rotina, é possível que o nível de planejamento não esteja adequado. Repare em quais dias da semana você tem mais imprevistos e utilize isso a seu favor.

Por Christian Barbosa (Especialista em administração de tempo e produtividade, é fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. É Autor dos livros “A Tríade do Tempo", "Você, Dona do Seu Tempo”, “Estou em Reunião” e co-autor de “Mais Tempo, Mais Dinheiro”).

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Comentários dos leitores


Amanda Oliveira disse:
Novembro 19 de 2009 às 14:23 hs.
Nossa, hoje perdi meu tempo com todos os itens! Sugestão: ler notícias nas versões digitais do jornal também faz perder pelo menos 40 minutos do dia!
Flavia disse:
Novembro 17 de 2009 às 14:11 hs.
O texto flui naturalmente, como uma conversa, um conselho de alguem mais experiente. Parabens! Para não sair do ritmo, há algum tempo, escrevo na agenda, todas as minhas tarefas diárias, mesmo as mais simples, aquelas que eu jamais esqueceria... Faço disso um ritual. É gratificante poder passar um traço em cima de cada atividade cumprida. Experimentem.
Rita disse:
Novembro 17 de 2009 às 08:36 hs.
Excelente texto. Tenho seguido essas recomendações nos últimos anos e meu desempenho melhorou muito. Também faço o mesmo em casa e tenho ensinado meu filho de 11 anos a adotar hábitos mais saudáveis em casa e na escola. Funciona!
José Zulmar Lopes disse:
Novembro 17 de 2009 às 07:52 hs.
Quanto tempo perdido discutindo isto. Isto é vicio de trabalho e, portanto eu acho que todos aqui são mais ou menos assim:
01 - Um Viciado em Trabalho não tem quarto...................... Tem escritório!
02 - Um Viciado em Trabalho não tem amigos..................... Tem contatos!
03 - Um Viciado em Trabalho não tem vida.......................... Tem carreira!
04 - Um Viciado em Trabalho não tem sonhos.................... Tem projetos!
05 - Um Viciado em Trabalho não tem encontros............... Tem reuniões!
06 - Um Viciado em Trabalho não toma cerveja.................. Toma decisões!
07 - Um Viciado em Trabalho não faz sexo........................... Descarrega o stress!
08 - Um Viciado em Trabalho não navega na Internet........ Faz pesquisas!
09 - Um Viciado em Trabalho não tem domingo................. Tem hora-extra!
10 - Por último, fique tranqüilo: um Viciado em Trabalho não fica lendo esses e-mails... Trabalha
( fonte: portal do humor)
Carlos Alberto disse:
Novembro 17 de 2009 às 02:17 hs.
Caro internauta como aceitar determinadas colocações pois conheci este post através do email ? Como gerenciar os contatos se dependo deles para ganhar dinheiro? Permanecer conectado hoje é essencial num mundo travado no deslocamento de vias terrestres é muito mais essencial não polui mais do que uma moto carregada de documentos e gera muito mais hora-bunda produtiva do que uma pilha de documentos e papéis inúteis. Sem contar que nas redes sociais concretizo vários contatos de alcance muito maior do que chamadas nas redes convencionais de comunicação que custam caro. Não concordo com todas as colocações e acredito que embaixo do guarda sol aqui na beira da praia produzo muito mais do que num espaço fechado.
Ana Lúcia disse:
Novembro 16 de 2009 às 20:06 hs.
Prezado Christian Barbosa. Adorei suas colocações....E confesso que pretendo amanhã mesmo providenciar a compra de um dos seus livros, para começar...estou precisando urgente a aprender a organizar meu tempo, pois estou fazendo mestrado e algo que está acabando realmente comigo é minha indisciplina de organização, pois tenho estado a mais de dois meses acordando às 7h e dormindo entre 2h e 3h da manhã, o que não está sendo nada saudável e também não mais produtivo. Qual de seus livros você me sugere, para iniciar meu processo de organização? Obrigada
Roseli Garcia disse:
Novembro 16 de 2009 às 15:14 hs.
Christian, Li o seu livro e coloquei em prática várias recomendações. Houve um ganho considerável no meu tempo e no tempo dos colaboradores com os quais costumo interagir nas reunioes. A dica das reuniões em pé foi ótima, assim como a gestão de pautas, etc. Seu artigo faz uma síntese do assunto de forma precisa.



Herbert Richers morreu, mas deixou um enorme legado ao cinema do Brasil.



Não posso deixar de registrar no blog um post In Memoriam de Herbert Richers
Quem é da minha geração e foi amante do cinema ai pelas décadas de 60 em diante conhece o famoso bordão "Versão brasileira...Herbert Richers".
O nome de Herbert Richers está na minha historia pessoal  e explico. Naquela época - e lá se vão muitos anos - Herbert (que é o meu nome) era raríssimo. Eu mesmo só vim a conhecer um outro Herbert já adulto e até hoje são muito poucos. 
Quando no cinema se anunciava o nome de Herbert Richers... imagine o meu "orgulho de criança"! Lembro-me que alguns colegas chegaram a me apelidar de "Herbert Richers".
É isso ai! Lamento, como brasileiro e - ainda - amante do cinema a perda deste empresario que levou a sério a sua industria de entretenimento criando um dos maiores estudios de dublagem da America Latina e deixou um legado que certamente não será esquecido.
Coloquei um vídeo do JN e um texto da Veja sobre a morte de Herbert Richers que, de resto, está em todos os sites de noticias do Google





Morreu Herbert Richers

Foto: Maurício Melo


"Morreu nesta madrugada no Rio de Janeiro, o lendário Herbert Richers, ex-produtor de cinema e dono do estúdio de dublagem mais famoso do Brasil.
Paulista de Araraquara, radicou-se no Rio de Janeiro antes do vinte anos de idade. Começou seu caminho no mundo do cinema como cinegrafista de cinejornais e documentários.
Até poucos meses atrás, Herbert, de 86 anos, ainda dava expediente diário em seus estúdios. E  jogava golfe, no Gávea Golf Club, várias vezes por semana."
Por Lauro Jardim 

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Dominio Publico. Vamos apoiar este site? Ele é nosso.! É de todos!

Portal Domínio Público - Biblioteca digital desenvolvida em software livre 
...........................................
Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos. Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:
·         ° Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci;
·         ° Escutar músicas em MP3 de alta qualidade;
·         ° Ler obras de Machado de Assis Ou a Divina Comédia;
·         ° Ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA
  ° E muito mais....


Esse lugar existe!
O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso e basta acessar o site: www.dominiopublico.gov.br

Só de literatura portuguesa são 732 obras!
Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.



Divulgue nos seu blog e nos seus e-mails para o máximo de pessoas.

VAMOS ACESSAR O
www.dominiopublico.gov.br

Veja e clique nos links mais destacados do site:































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Show de videos Funnyplace


Sempre gostei dos vídeos do site Funnyplace. São inteligentes, na maioria das vezes, e trazem boas mensagens embutidas nos anuncios publicitarios que são a especialidade do site.
Alguns não estão sintonizados com o tipo de humor da nossa cultura, mas na maior parte são interessantes e merecem ser visto. até bem pouco tempo era dificil transportar os vídeos para o blog, todavia eles agora colocaram um código que nos transporta para o site e dá para assistir bem (tudo em ingles).
Fiz uma tentativa de copiar os links com os espelhos do vídeo e deu certo. Está ai embaixo para cada um dos leitores escolher e clicar. 
Espero que gostem da experiencia.


blue animated bullet


Identity Guard: New Shoes Audi A5: Car Transport Volkswagen: Engineer n/a: Shower Durex: Bed The Canary Islands: Winter Blues Mastercard: Hockey Coach Volkswagen: Coin Trivial Pursuit : Competition Bud Light: The Patron Norsk Tipping AS: Finance Microsoft: Hotel Tiger Beer: Halloween Nokia: Wedding Orbit: Wedding
Bavaria: The Drop eBay: Designer Dresse MAC: Racetrack YellowBook: Locksmith Nokia N900: Fishing Carling: Mates Reebok: EasyTone Bud Light: Boutonniere Capital One Bank: The Game Denny's: Money Carlton Dry: Rubber Chicken Starburst: Laboratory        


http://www.hellasmultimedia.com/webimages/lines-htm/lines/SomethingFunny.gif

15/11/2009

Esoterismo e Ciencia se misturam em "Deuses Quânticos" (Folha de S.Paulo)

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Esoterismo quântico
Novo livro do cientista Victor Stenger ataca os gurus que mistificam conceitos da física para dar verniz de ciência a suas crenças 


. Quantum Gods Cover
Tanto os fãs ardorosos dos documentários "Quem somos nós" e "O Segredo" quanto os espectadores que consideraram esses filmes um desfile de bobagens requentadas do movimento Nova Era podem tirar algum proveito do novo livro do físico americano Victor Stenger.

"Quantum Gods" (Deuses Quânticos) se destina justamente a atacar a crença de que as modernas teorias cientificas são perfeitamente compatíveis com toda forma de prática esotérica.

O livro é uma resposta direta a ambos documentários, nos quais cientistas, médicos, religiosos e gurus de auto-ajuda recorrem a conceitos da mecânica quântica -ramo da física que explica o comportamento da matéria a níveis muito pequenos- e de outras ciências para abordar temas místicos como poder do pensamento, carma, vida após a morte etc.

Desde o fim dos anos 1980, Stenger tem militado na corrente neoateísta que tem no biólogo Richard Dawkins e no filósofo Daniel Dennett suas faces mais conhecidas. Seu novo livro começa fazendo um breve e irônico levantamento das idéias defendidas pela nova onda de gurus quânticos.

Stenger dá destaque a Amit Goswami, físico indiano bastante popular no Brasil, tendo sido entrevistado duas vezes no programa Roda Viva, da TV Cultura. Mas até o Dalai Lama é citado, devido a seu livro "O Universo num Só Átomo". O líder tibetano, porém, é abordado de forma respeitosa.

Já o fundador da meditação transcedental, o físico e guru indiano Maharishi Yogi (1917-2008) recebe chumbo pesado. David Bohm e Fritjof Capra, cientistas que não aparecem nos filmes, mas que são pioneiros do encontro da Mecânica Quântica com a Nova Era, também não escapam ilesos.

American Atheists / www.americanatheist.org / Stenger acredita que o universo pode ter surgido do nada.
Divulgador experiente, Stenger inclui no livro seções que formam uma curta mas substanciosa história da ciência. Isso permite a um leigo tomar pé do debate sobre problemas teóricos complexos, mas deixa passar a chance de desmontar detalhadamente afirmações supostamente científicas com as quais o espectador se depara em "Quem somos nós".

Em vez de tentar negar, por exemplo, a afirmação de Goswami de que a consciência é o fundamento do Universo, ele prefere repassar a história da criação da física de partículas. Em vez de contestar os experimentos de Masaru Emoto, que afirma que as moléculas de água podem ser alteradas pela força do pensamento, ele descreve os fracassos obtidos em testes de parapsicologia.


É como se Stenger acreditasse que uma apresentação criteriosa de conceitos complicados, como o emaranhamento quântico, será o suficiente para que os leitores possam, por si só, perceber os pontos em que Capra, Goswami e companhia estão "forçando a barra".

Em benefício da dúvida
Só que o mais provável é que o leitor leigo se sinta incapaz de chegar a uma conclusão por conta própria. Neste caso, provavelmente a leitura apenas terá colaborado para aumentar suas dúvidas. Porém, isso, por si só, já pode ser algo positivo. Afinal, uma das maiores objeções que se pode fazer a "Quem somos nós" é que o filme não avisa aos espectadores que as posições ali apresentadas são, no mínimo dos mínimos, controversas, e que não são endossadas pela imensa maioria da comunidade cientifica.

Stenger oferece aos leitores a visão acadêmica destes mesmos temas, numa linguagem acessível. Saber que existe uma outra visão (na verdade várias) da mecânica quântica pode ser uma grande novidade para muitos dos fãs de "Quem somos nós", que fizeram dele o quinto documentário mais lucrativo da história dos EUA.

O livro analisa também as idéias de outros grupos que, volta e meia, recorrem à mecânica quântica para sustentar suas idéias. Ilya Prigogine, prêmio Nobel de química de 1977 e herói da corrente acadêmica conhecida como transdiciplinaridade, é diretamente contestado. Prigogine afirma que os processos termodinâmicos não podem ser abordados através do tradicional reducionismo metodológico tão caro à ciência moderna pois, neste caso, esses processos não seriam reversíveis no tempo.

Stengers afirma que, por princípio, todos os processos físicos são reversíveis temporalmente, e que Prigogine "está completamente errado, mesmo tendo ganho um prêmio Nobel". Também sobram críticas para a parapsicologia e para os teólogos que investigam o mundo microscópico em busca de sinais da ação do Deus cristão, ou de algo próximo a ele.

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Sobrecarga
Ao mirar em tantos objetivos diferentes, o autor sofre do ônus de ter poucas páginas para devassar temas muito variados e complexos. Sem o espaço necessário para uma exposição mais adequada, sua argumentação soa, em vários momentos, concisa demais. Mas há um motivo para isso: em livros anteriores ele já investiu diretamente contra criacionistas, adeptos do Design Inteligente, da parapsicologia etc. Aqui, em certos momentos onde seria necessário um maior aprofundamento, ele se limita a se referir a sua própria obra.

No final do livro, Stenger argumenta diretamente contra a existência de qualquer tipo de divindade. Sua visão do fenômeno religioso lembra um pouco a de Dawkins, restringindo-se a análise de certos estereótipos. Nada disso, porém, chega a comprometer a consistência do livro. Stenger tem o conhecimento científico e a expertise literária necessários para apresentar um bom contra-ponto à febre de física Nova Era que continua circulando pelo planeta, Brasil inclusive.


Pablo Nogueira, é jornalista da revista científica Galileu.
LIVRO - "Quantum Gods" de Victor Stenger; Prometheus Books, 292 págs., US$ 27,00

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John Templeton Foundation


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Este poderia ser... Você ????


Antigo este vídeo, mas sensacional e atualizado.
Um tributo natural a muitos chefes que persistem em "ser demasiadamente queridos" por seu subordinados.
Normalmente quando são substituidos, por razões de promoção, (naturalmente) deixam muitas saudades e são objetos de intensas e sinceras homenagens pelos seus ex-comandados.
Tenho certeza que você conhece alguns com este... carisma e tem (ou teve) uma uma enorme vontade de participar do evento em que lhe fizessem uma "honraria" assim.




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A perda da promoção. O que você vai fazer? (New York Times/Folha SP)

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        Olha só o tema que foi abordado pelo "The New York Times"!
        O artigo abaixo trata da frustração causada pela "perda" de uma promoção na empresa onde trabalhamos. Já aconteceu com você? Não?  Então pode esperar que em algum momento acontecerá.
        Todos nós passamos ou passaremos por este descontentamento. Se não for uma promoção será uma posição de destaque, um curso no exterior, um mestrado, a coordenação de projeto, enfim um agrado qualquer da direção que demonstre o prestigio que gozamos com os níveis de gerencia acima de nós.
        É uma frustração infinita enquanto durar (plágio de um trecho do Soneto de Felicidade de Vinicius de Moraes). E é mesmo!
        Já passei algumas vezes por esta contrariedade. Guardo na memória um gostinho travoso de cada uma delas. Entretanto aprendi - com cada uma também - que as piores reações  que podemos apresentar é o ressentimento, a mágoa e o melindre.
        Meu conselho é que aquele período de "TPM corporativa" pelo qual todas as "vitimas" passam seja o mais rapidamente possível abreviado e imediatamente se retorne ao trabalho com ímpeto total. Pelo menos foi o que fiz sempre. Voltava com raiva e garra para mostrar ao chefe que ele tinha se enganado desprezar minha indicação. 
        Acredito que seja um bom conselho, pois, no meu caso, sempre deu certo. 
        O artigo que escolhi para postar aqui, ilustrando o tema, é apresentado em forma de "duvidas e respostas". São apenas quatro situações colocadas, mas as respostas são verdadeiras aulas sobre o comportamento que devemos adotar quando formos atingidos por esta adversidade que o mundo corporativo nos reserva.
         Repito que vai acontecer, com um de vocês que estão lendo o artigo (e os que não estejam também), mais de uma vez e por mais ascendente e vitoriosa que seja a carreira de qualquer um de nós. Portanto, esteja preparado...

Animated Bullets

Quando você não consegue aquela promoção
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Dúvida.Você acaba de ser preterido em uma promoção que acreditava merecer. Você está chocado, mas não quer piorar a situação. O que deve fazer?
92866121, Doug Berry /iStock ExclusiveResposta.Em primeiro lugar, acalme-se. Você pode se sentir como se tivesse levado um soco, mas precisa de tempo para colocar essa decisão em perspectiva e analisá-la. Se estiver se sentindo emotivo, tente falar muito pouco no início, para evitar fazer algo contraproducente, disse John Beeson, fundador da Beeson Consulting, de Manhattan. “Seu chefe provavelmente se sente culpado e não está preparado para lhe dar bons motivos para a decisão”, disse Beeson. “Apenas diga: ‘Estou decepcionado. Não vou discutir a decisão, mas gostaria de falar com você daqui a alguns dias e ter um ‘feedback’ que me ajude a administrar minha carreira’. Isso diz ao seu chefe que você não está desistindo e quer mais informação.”

Dúvida.Depois de se acalmar, qual é a melhor maneira de descobrir por que não foi promovido?
Resposta.Primeiro responda algumas perguntas básicas. Você estava consciente da possibilidade de que outra pessoa poderia ganhar a promoção? Quão importante era essa promoção para você? E como a empresa está se saindo em geral —você foi a única pessoa que não teve promoção neste ano? “As respostas vão lhe permitir compreender a decisão de maneira pragmática”, disse Ana Dutra, CEO do grupo Korn/Ferry International’s Leadership and Talent Consulting, de Chicago.

http://www.corbisimages.com/images/42-15288224.jpg?size=67&uid=46fc7626-91b3-43c1-b2f1-75fff22e9029&uniqID=8657c3a6-d699-4527-a26e-17c886799806Dúvida.Quando você se reunir com seu chefe para discutir a decisão, deve tentar convencê-lo a reconsiderar?
Resposta.Não. Você deve considerar a decisão definitiva. O que você quer agora é “feedback”, disse Jane S. Goldner, consultora e autora de “Driven to Success: A 10-Point Checkup for Achieving High Performance in Business” (Voltado para o sucesso: Um check-up de 10 pontos para alcançar o alto desempenho nos negócios).
Perguntar por que não foi promovido só vai colocar seu chefe na defensiva. “É muito mais produtivo perguntar o que você deve fazer para ser a pessoa mais qualificada na próxima vez”, ela disse.

Dúvida.Como administrar a raiva e a frustração enquanto isso?
Resposta.Administrar esses sentimentos é vital, porque a negatividade no escritório pode acabar com uma carreira, disse Shawn Achor, professor de psicologia na Universidade Harvard e CEO da consultoria Aspirant.
Achor estuda os efeitos das atitudes positivas e negativas no desempenho no trabalho. Ele diz que as pessoas que têm uma atitude amarga começam a desconstruir seus sistemas de apoio social no trabalho e perdem a conexão com os colegas. “Então elas se tornam a pessoa tóxica na equipe”, disse. Uma atitude positiva traz mais inteligência para uma tarefa, permite que você veja mais possibilidades e trabalhe melhor, ele disse.

EILENE ZIMMERMAN

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14/11/2009

Texto da Internet: : Onde você coloca o sal?

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11/11/2009

UNIBAN recua e revoga expulsão da sua aluna.

 
Conforme escrevi no post de ontem a UNIBAN não suportou a pressão popular contra a expulsão da moça - Geisy - que vem a ser a dona do vestido (mini saia) rosa mais famoso do Brasil.


Hoje mesmo o reitor da UNIBAN revogou o ato anterior e mostrou mais uma vez o quanto é fraca de ideias e pobre de atitude  a sua diretoria  (que eles chamam de "Conselho") para dar suporte.


"O reitor da Universidade Bandeirante, Heitor Pinto, determinou a revogação da expulsão da estudante de Turismo Geisy Arruda, 20. O desligamento de Geisy da Uniban havia sido publicado em anúncio em jornais paulistas neste domingo, 8, e definido como ato do Conselho Universitário. O assessor jurídico da reitoria da instituição, Décio Lencioni Machado, informou que a decisão de invalidar a expulsão foi tomada pelo "reitor, como pessoa física".purple lines

10/11/2009

UNIBAN, que diz ser uma universidade, virou símbolo de retrocesso. Algo como uma Abu Ghraib cultural.



          Fiquei aqui pensando como deveria representar o logotipo dessa "universidade" (assim mesmo entre aspas)  que conseguiu em tempo recorde "construir " uma imagem tão negativa para sua logomarca.
Achei que misturar um vidro de veneno seria ilustrativo. É que está ai acima.
            Nem vou comentar sobre o fato da estudante (agora uma celebridade, negativa, diga-se de passagem) ter ou não agido corretamente ao ir  à universidade de minissaia.
            Destaco dois fatos e o faço pela simples vontade de expressar minha opinião pelo blog.  Já disse aqui mesmo que blog é forma de expressão de seu "proprietário".
            Não ia tratar do assunto quando ele surgiu da primeira vez com as cenas deprimentes de um bando de machos frustrados correndo atrás de uma fêmea como animais no cio. Lamentável, mas característico de jovens  cujos destinos - moral e profissional -  já estão traçados desde cedo. Considerei um mero episódio de histeria coletiva desses que a gente cansa de ver na televisão, nas festas "rave" e outras manifestações semelhantes.
            O triste é que aquele fato tenha ocorrido em um ambiente escolar. Nem considero aquilo ali uma universidade. Basta ver a colocação da UNIBAN na lista do MEC que classifica as universidade por sua qualidade. Se fosse uma classificação de campeonato brasileiro ela estaria na serie "D" e olhe lá!
            Neste fim de semana a direção da "universidade" conseguiu superar sua própria capacidade de  se autoflagelar e expulsou a sua aluna. Justificou-se com base em um bestialógico que faz jus à fama da UNIBAN. Alegou que a moça faltou ao decoro com o "sagrado" ambiente universitário. HÁ-HÁ-HÁ!
            Paro por aqui porque o assunto está mais do que explorado na internet. Quero apenas  destacar para os leitores da Oficina de Gerencia o estudo de caso que a diretoria da UNIBAN (sim porque esta empresa - aliás, de alto faturamento - deve ter uma direção!) nos proporciona.
            Fico aqui imaginando a reunião deste colegiado fazendo a avaliação dos fatos e decidindo pela expulsão da única vítima de todo o episódio. Que tipo de mentes estaria por trás de semelhante erro de avaliação?
            O resultado deste ato de gestão está na boca do mundo. Virei a internet de cabeça para baixo e não encontrei um unico órgão da mídia, de instituições sérias ou organizações voltadas para a moral e os bons costumes que não desaprovasse o ato. Aliás, um ato puro de imbecilidade gerencial "stricto sensu". Acho que nem TFP aprovaria a UNIBAN.

            Sabe o que vai acontecer? Na minha humilde opinião? A UNIBAN não vai sustentar sua decisão e será obrigada a anular a expulsão. É o mínimo que o sistema brasileiro de justiça deve fazer.
            Aliás, por falar em justiça onde estão o Ministério Publico e as associações de direitos civis? Se fosse algo envolvendo humilhação policial a algum bandido preso tenho certeza que alguma dessas ONGs ou um jovem e “atento” promotor de justiça já teriam se manifestado.              
            Alguém duvida?
            Vejam vídeos que recolhi e imagens a respeito do episódio. Tem coisas de provocar engulhos...



08/11/2009

Dilbert e os disparates do chefe...

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Por favor, peço-lhes que olhem com atenção esta tirinha do Dilbert e me digam se algo semelhante já aconteceu no escritorio de vocês. 
Não? Então vocês fazem parte da exceção à regra. 
São muitas as reuniões das quais participamos com nossos superiores onde o "nonsense" é praticado explicitamente. Normalmente são os gerentes que não dominam muito bem a área onde se encontram  que começam a "inventar a roda" e dai para as ordens absurdas, difusas, disparatadas e insensatas é um pulo. 
Existem executivos que sequer conseguem organizar seus pensamentos para disparar desejos destrambelhados que logo vão se transformar em (muito) trabalho para seus auxiliares. E quando estes paradoxos caem no colo de alguns daqueles aspones do chefão? É o verdadeiro "toque de horror" no escritorio.
É mais ou menos isso que a tirinha do Dilbert nos envia como mensagem. Alguém poderá estar perguntando o que fazer quando isso acontece? A resposta que tenho (e são muitas as situações e singularidades em torno dessa questão) baseada em minha vivência é que o melhor é ver primeiro se o chefe esquece. Se isso não acontecer dê um jeito de atender logo  a demanda para se livrar da pressão. Faça o melhor que puder sabendo que a chance dele (ele mesmo o chefe!) esquecer o assunto é enorme e  mesmo assim se isso não acontecer dificilmente o seu trabalho - normalmente um relatorio ou anotação tecnica - será lido.
Vamos ao Dilbert?





http://uninuni.com/tirinhas/wp-content/uploads/2009/09/Dilbert_2009_09_27.jpg


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A linha de links acima, copiada da Wikipédia, é o conjunto que direciona o navegante para os eventos históricos registrados a cada dia do mês corrente (OUTUBRO). É só clicar nos números que escolher e será encaminhado para um passeio pela história daquele dia em vários séculos. Clique e visite ainda o maravilhoso site "Ponteiro" e surpreenda-se com a quantidade de informações historicas de cada dia. Confiram.

Outubro é o décimo mês do ano no calendário gregoriano, tendo a duração de 31 dias. Outubro deve o seu nome à palavra latina octo (oito), dado que era o oitavo mês do calendário romano, que começava em março.

Curiosidades: Outubro começa sempre no mesmo dia da semana que o mês de janeiro, quando o ano não é bissexto

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