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O que é autismo? O Autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por alterações na comunicação social e no comportamento. Pessoas autistas podem também apresentar alterações sensoriais, respondendo de maneira diferenciada aos estímulos recebidos do ambiente. Apesar de ser um transtorno permanente, sem cura, é cientificamente comprovado que a intervenção precoce intensiva e baseada em evidência pode alterar o prognóstico e suavizar essas características. Transtorno do Espectro Autista (TEA) é a denominação oficial, a partir da mudança na Classificação Internacional de Doenças, publicada pela Organização Mundial da Saúde - o padrão global para informações de diagnóstico de saúde. Em vigor desde janeiro de 2022, a CID 11 passou a englobar como TEA todos os transtornos e síndromes relacionadas. Embora seja bem amplo, o autismo tem uma escala definida de avaliação baseada no nível de dependência da pessoa e da intensidade das características, sendo dividido em nível 1, nível 2 e nível 3. Essa classificação está definida na última edição do Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), elaborado pela Associação Americana de Psiquiatria.


quarta-feira, 19 de março de 2008

Queiram ou não, Bolsa Família é programa de sucesso.

LULA AMPLIA O BOLSA FAMÍLIA
(Em pleno ano eleitoraL, presidente amplia o número de beneficiados em mais 1 milhão)

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Textos que estão na imagem:

> O programa hoje: Recebem o benefício básico de R$ 58 as famílias extremamente pobres, ou seja, aquelas com renda per capita de até R$ 60. Essas famílias e as consideradas pobres (per capita mensal de até R$ 120) recebem R$ 18 por cada filho de até 15 anos (num limite de três)

> O que muda: As famílias já beneficiadas poderão receber R$ 30 por cada adolescente de 16 e 17 anos, desde que estejam estudando. Assim o benefício máximo pula de R$ 112 para R$ 172. Pelo menos 30 mil famílias já beneficiadas têm 2 adolescentes de 16 e 17 anos.
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1,7 milhão é a quantidade estimada de adolescentes entre 16 e 17 anos que têm direito ao benefício
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1,16 milhão é o número deles detectado pelo governo e cujas famílias
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<> Em 2002, sem o Bolsa Família, Lula venceu no Estado com 65,7% no segundo turno; em 2006, sua votação cresceu para 78,1%.
<> O mesmo ocorreu no Piauí, onde a votação de Lula subiu de 60,7% para 77,3/í; assim como na Bahia, o PT elegeu o governador.
<> Roraima foi o único Estado do Norte em que Lula perdeu nos dois turnos de 2006, em razão da ratificação de uma reserva indígena.
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Não amigos, não é propaganda do "Bolsa Família", inclusive porque, politicamente, a minha posição não é a mesma do atual governo. As imagens e o texto que estão acima formam o material da reportagem que foi publicada na Folha de São Paulo de ontem (19/3). O que a matéria quer demonstrar é a associação direta - em números e estatísticas informados pelo próprio Ministério do Desenvolvimento Social - entre os votos recebidos pelo Presidente Lula em 2006 e os estados atendidos pelo programa.
Nas figuras, em textos que não estão muito visíveis podemos ler os seguintes títulos: Votação de Lula em 2006 (na primeira) e Atendimento do Bolsa Família (sobre a tabela da segunda imagem). As cores dos dois mapas mostram a ligação direta entre as duas circunstâncias (se der um zoom na tela talvez possa visualizar melhor). Onde mais famílias foram atendidas, o candidato Lula obteve as maiores votações percentuais, em quase 100% dos estados.
Como sempre, não vou entrar no certo ou errado do programa Bolsa Família. Se é ou não eleitoral, se é ou não sustentável, se é ou não populista. Interessa-me o aspecto gerencial e nesta linha, inegavelmente, o programa é um sucesso. Estou no governo desde 1971 (indiretamente) e desde 1983 (diretamente). Nunca vi um plano de governo administrado com tanta eficácia. Esse é o ponto que quero destacar. E vamos reconhecer que dirigir e gerenciar um programa desse porte não é algo que se faça "com um pé nas costas".
A ampliação do programa, agora, em mais um milhão de atendimentos é um passo natural para um produto que está vendendo muito e com demanda de mercado. E será ampliado ainda tantas vezes quanto “o mercado” aceitar. É a lei da oferta e da procura. Quem poderá reclamar? Qualquer presidente de corporação faria e fará a mesma coisa. Não fazê-lo seria jogar as oportunidades do mercado no lixo e essa administração seria defenestrada pelos acionistas. O resto é discussão política.
A mensagem que quero ressaltar é que governo, quando quer e aplica a famosa "determinação política" a um projeto do seu interesse, consegue atingir seus objetivos. Qualquer governo. Quem não fez antes foi porque não quis e quem quiser doravante, implantar outros projetos, tipo educação, saúde, saneamento, segurança e transportes, terá que se aplicar com o mesmo empenho que o Presidente Lula e seu governo se dedicam ao êxito do Bolsa Família.

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